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Aurora Alimentos investe em transporte seguro de leite

Publicado dia 14/07/2017 às 11h07min
Transportadores foram capacitados de acordo com a Instrução Normativa IN62

O leite é um alimento essencial em diferentes fases da vida. Excelente fonte de proteínas com alto valor biológico, contribui para o desenvolvimento físico e intelectual dos mamíferos. Investindo na produção de leite desde 2008, quando instalou a planta de lácteos em Pinhalzinho (SC), a Cooperativa Central Aurora Alimentos industrializa diariamente cerca de 1,6 milhão de litros oferecendo ao consumidor um mix de 57 produtos. Até chegar na indústria o leite passa por uma cadeia que envolve cerca de 5.600 produtores rurais dos três Estados do Sul e, também, os transportadores.

Com o intuito de atualizar os transportadores e técnicos das cooperativas filiadas sobre as exigências da Instrução Normativa 62 e reforçar a importância do transporte na qualidade do produto que chega até a indústria, a Aurora promoveu nessa semana um treinamento com o gerente do Programa de Análise de Rebanhos Leiteiros do Paraná, José Augusto Horst, na sede da Itaipu Rural Show, em Pinhalzinho.

            “Os transportadores devem conhecer todas as exigências da IN62, que tem como objetivo fixar os requisitos mínimos que devem ser observados para a produção e qualidade do leite. Com base nisso, os profissionais precisam cumprir corretamente os procedimentos e conhecer os materiais e técnicas a serem utilizados para que a coleta do leite na propriedade seja adequada evitando, assim, a exposição do produto a contaminação”, explicou Horst.

Durante o treinamento, os profissionais visualizaram na prática os exemplos de como deve ocorrer a coleta do leite e analisaram quais atitudes podem ser aprimoradas para que sejam alcançadas melhorias no processo, prezando sempre pela manutenção da qualidade do leite recolhido.

Horst salientou que devem ser seguidos todos os cuidados de higiene e temperatura para assegurar que o leite que chegará até a indústria e, posteriormente, a mesa do consumidor seja isento de qualquer tipo de contaminação. “Quando chega na propriedade o transportador deve seguir um check list que indica o passo a passo para uma coleta segura e eficiente. Com o teste de alizarol é verificada a acidez do leite e, com o termômetro, mede-se a temperatura, que deve ser abaixo de 4º C. Outro item que deve ser checado é o volume de leite que está sendo entregue pelo produtor”.

CONTROLE DE QUALIDADE

Além dos cuidados na propriedade, os transportadores devem assegurar que a limpeza do tanque de armazenagem no qual o leite será carregado esteja nas condições indicadas. “Tudo precisa ser muito bem higienizado. Deve-se estar atento as condições das mangueiras. As tampas e borrachas de vedação do tanque devem estar adequadas para que o transporte seja feito com segurança”, observou coordenador de qualidade de lácteos da Aurora,Alexandre Henrique Strassburger.

Diariamente cerca de 43 caminhões rotas recolhem o leite pela Aurora Alimentos, fora os das cooperativas filiadas que também entregam o produto na Indústria de Lácteos em Pinhalzinho. O raio médio de saída das unidades até a coleta em todos os produtores e o retorno para a indústria é de aproximadamente 160 quilômetros por viagem. A média registrada é de janeiro a junho de 2017 de todos os caminhões rotas chega a aproximadamente 6.880 km.

Quando o produto chega na indústria passa por uma séria de análises laboratoriais que confirmarão a qualidade do leite com o maior nível de excelência possível. “Toda o trabalho de capacitação feito tem como base o Programa Aurora de Qualidade do Leite (PAQL) que busca oferecer treinamentos permanentes para a manutenção e melhoria do produto”, salientou o coordenador.

Além de investir em capacitações, a Cooperativa também possui o primeiro sistema de rastreabilidade total do leite, aplica programa de melhoramento genético em bovinos leiteiros e dispõe de equipamentos de última geração para análise do produto.

O gerente da indústria de lácteos da Aurora Celso Inacio Lermen reforçou que “todo o padrão começa no campo com o produtor que investe em ações de bem-estar animal garantindo a qualidade. Depois passa pelas mãos dos transportadores que são elos fundamentais nessa cadeia. São eles que fazem o contato diário com o produtor e conseguem identificar as condições da propriedade e dos equipamentos muito antes dos técnicos das cooperativas”.

De acordo com Lermen, é importante manter os profissionais capacitados e atualizados para que tenham consciência do seu papel de destaque dentro da cadeia produtiva do leite. “Eles devem fazer a análise correta, interpretar os resultados e segregar o leite. A qualidade do produto que chega até a indústria de lácteos refletirá na ponta da cadeia que é o consumidor. Por isso prezamos pela excelência de nossos produtos para que possamos continuar reafirmando a todos os brasileiros porque Aurora é a hora mais gostosa do dia”, finalizou.

Fonte: MARCOS A. BEDIN Registro de jornalista profissional MTE SC-00085-JP Matrícula SJPSC 0172

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